Chamados com identidade
Cada chamado nasce com número público, aplicação, tipo e criticidade. Incidente, dúvida, solicitação de serviço ou melhoria: a classificação decide o prazo e o caminho.
Central de atendimento e suporte
Chamado aberto pelo cliente, prazo calculado na hora, cada movimento registrado numa timeline que ninguém reescreve. O Signal troca o e-mail solto e a planilha de acompanhamento por um processo que as duas pontas enxergam igual.
O problema
Não é falta de esforço da equipe. É falta de um lugar onde o pedido vira registro, o registro vira prazo e o prazo vira compromisso visível para os dois lados.
Sem número, sem status e sem confirmação, o cliente pergunta de novo, e alguém precisa parar para responder que sim.
O contrato diz uma coisa, a memória diz outra. Sem cálculo automático, cumprir o SLA vira opinião de quem está contando.
Parte no e-mail, parte no WhatsApp, parte na ligação que ninguém anotou. Quando alguém sai de férias, o histórico sai junto.
Quantos chamados estão abertos, quantos estouraram o prazo, quem está sobrecarregado. A resposta demora mais que o próprio atendimento.
Recursos
Cada chamado nasce com número público, aplicação, tipo e criticidade. Incidente, dúvida, solicitação de serviço ou melhoria: a classificação decide o prazo e o caminho.
Abertura, triagem, atribuição, cada mensagem e cada mudança de status entram em ordem e ficam. O histórico é o mesmo para o cliente e para a equipe.
Resposta pública para o cliente, nota interna para a equipe. As duas no mesmo chamado, com a separação garantida por permissão, não por combinado.
Print, log e arquivo de exemplo anexados ao chamado ou à mensagem, com o tipo real do arquivo conferido no servidor.
Fila por criticidade, chamados sem solucionador, prazos em risco e carga por pessoa. O que decidir hoje aparece antes do que aconteceu ontem.
Notificação no portal e por e-mail a cada movimento que importa: chamado atribuído, resposta do cliente, prazo perto de vencer.
Como funciona
Escolhe a aplicação, o tipo e a criticidade, descreve o que aconteceu e anexa a evidência. O formulário explica cada opção, porque tipo errado distorce a triagem e o prazo.
O Signal encontra a política de SLA que vale para aquele contrato, aplicação e criticidade, e calcula os três prazos sobre o calendário de atendimento contratado.
A fila mostra o que está em risco primeiro. O gestor valida a criticidade, atribui a um solucionador e o relógio de primeira resposta para quando alguém responde.
Mensagens públicas ficam visíveis ao cliente; notas internas, não. Toda mudança de status vira evento na timeline e aviso para quem precisa saber.
O atendimento termina com a solução escrita no chamado. Se o problema voltar, a reabertura carrega o histórico inteiro, e ninguém começa do zero.
SLA
Três relógios por chamado, calculados na abertura e visíveis para as duas pontas. Esta é a matriz padrão. Cada contrato pode ter a sua, por aplicação e por tipo de chamado.
| Criticidade | Primeira resposta | Início do atendimento | Resolução |
|---|---|---|---|
| P1 · Crítica Aplicação indisponível ou processo essencial bloqueado, sem alternativa. | 15 min | 30 min | 4 h |
| P2 · Alta Funcionalidade essencial afetada, com alternativa parcial. | 30 min | 1 h | 8 h |
| P3 · Média Impacto moderado, restrito a uma funcionalidade ou a poucos usuários. | 4 h | 8 h | 3 dias |
| P4 · Baixa Dúvida, melhoria ou problema de baixo impacto operacional. | 8 h | 24 h | 5 dias |
O calendário de atendimento define as janelas úteis e os feriados. Chamado aberto sexta às 18h não queima o fim de semana de quem contratou 8x5.
Aguardando resposta do cliente ou de terceiro, o relógio para. O prazo mede o tempo da equipe, não o da espera alheia.
A varredura marca os prazos em risco e notifica quem pode agir, enquanto ainda dá para agir.
Segurança e governança
Atender várias empresas no mesmo lugar só funciona se o isolamento for estrutural. No Signal ele é decidido na consulta ao banco, e não na montagem da tela.
O recorte por empresa é aplicado na consulta, antes de qualquer filtro de tela. Usuário externo não escapa da própria empresa por combinação de permissão nenhuma.
Quem abre chamado, quem atribui, quem lê nota interna, quem administra cadastro. São permissões separadas, checadas na API. A tela apenas reflete o que o servidor já decidiu.
Toda alteração de cadastro grava quem fez, quando, de qual endereço, e o estado anterior ao lado do posterior. Senha nunca entra no registro.
Quem é cadastrado recebe um convite e escolhe a própria senha. Ninguém digita a senha de outra pessoa, e nada trafega por WhatsApp.
O tipo do arquivo é verificado pelo conteúdo no servidor, não pela extensão. O download sai por URL assinada de curta duração, conferindo a autorização a cada pedido.
Desativar um usuário revoga as sessões abertas imediatamente. Não há janela entre a decisão e o efeito.
Planos
Nenhum recurso fica atrás de um plano maior: SLA, timeline, auditoria e portal do cliente estão em todos. O que varia é quanta gente usa, quanto de anexo cabe e por quanto tempo vale.
O ano custa dez mensalidades: dois meses saem de graça.
Para conhecer o Signal com um caso real, e não com dados de exemplo.
R$ 0 por 30 dias
Para uma equipe de suporte cuidando de uma carteira enxuta.
R$ 99 por mês
Para operações maiores, com mais gente dos dois lados do balcão.
R$ 199 por mês
Usuário é qualquer pessoa com acesso ao Signal.
A sua equipe de suporte e as pessoas das empresas que você atende contam no mesmo teto. Quem for desativado libera a vaga na hora, e o cadastro continua no lugar. Reativar devolve o acesso quando houver espaço.
Em todos os planos
Precisa de mais usuários ou de mais espaço do que o Business comporta? Fale com a gente. Os planos são configuráveis, e um sob medida não exige mudança no sistema.
Perguntas frequentes
Serve para quem atende clientes com compromisso de prazo. Ele foi construído para suporte a aplicações (cada chamado nasce ligado a uma aplicação e a um contrato), então o encaixe é melhor em quem vende software e responde por SLA.
Não. O portal é web e abre no navegador. Cada pessoa recebe um convite por e-mail, escolhe a própria senha e passa a acompanhar os chamados da empresa dela.
Sim. A matriz de SLA pode ser específica por contrato, por aplicação e por tipo de chamado, além da criticidade. Quanto menos campos você preencher, mais genérica a política. A mais específica vence.
O relógio pausa nos status de espera: aguardando cliente ou aguardando terceiro. O prazo mede o tempo de quem atende, e não some porque o outro lado sumiu.
O Signal não importa caixas de e-mail. Na prática, as equipes começam com os chamados novos e deixam os antigos se encerrarem onde estão. Em poucas semanas o histórico que importa já está no portal.
Você mesmo, no portal de atendimento: empresas clientes, usuários, aplicações, contratos e políticas de SLA são cadastros seus, e quem tem o perfil de administrador cuida deles. A equipe do Signal não entra na sua operação para isso.
Qualquer pessoa com acesso ao Signal: a sua equipe de suporte e as pessoas das empresas que você atende, somadas. Quem for desativado libera a vaga imediatamente e o cadastro continua no lugar, pronto para ser reativado quando houver espaço.
O acesso passa a somente leitura: todo mundo continua entrando e vendo o histórico, mas nada novo é gravado: nem chamado, nem cadastro, nem anexo. Nada é apagado, e contratar um plano pago devolve a escrita na hora.
Dá, nos dois sentidos. Ao subir, o teto novo vale na hora. Ao descer, quem não couber no plano menor é desativado automaticamente, do cadastro mais recente para o mais antigo, e a lista de quem foi desativado aparece na mesma tela. Quem já assinou um plano pago não volta para o gratuito.
Meia hora é suficiente para percorrer a abertura de um chamado, a matriz de SLA e o painel da operação. Se fizer sentido, seguimos; se não fizer, você sai com o desenho do processo na cabeça de qualquer forma.
Ou escreva para contato@mysignal.com.br